sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Apresentação Oral


(Numa bela manhã de Verão, estávamos no café do Rato a combinar se íamos ao passeio Equestre de Colos).

Joel - Então moços amanhã vamos ao passeio Equestre de Colos?

André – Por mim vamos.

José – Eu não sei se vou.

Joel – Não sabes se vais porquê?

José – A minha égua está com as patas de trás feridas.

Joel – Eu vou de certeza.

André – Eu também.

José – Isso logo se vê.

Ó Rato traz lá aí umas cervejinhas aqui para nós - diz o Zé aos gritos.

Aqui estão elas - diz o Rato.

Joel – Bem então assim vamos ou não?

José – Epá não sei.

André – Vai sim.

Eu cá acho que vocês deviam ficar em casa, pois não estamos em tempo de gastar dinheiro - diz o Rato.

Joel – É claro que vamos, e tu podes levar a minha outra égua, a preta.

José – Então vamos, amanhã lá nos encontramos.

André – Assim até amanhã.

(Sábado de manhã por volta das 9 horas lá estávamos nós como tínhamos combinado).

José – Então onde está o meu animal?

Joel – Está em cima da carrinha ali ao fundo.

José – Vamos lá buscá-las.

André – Zé o que achas da minha égua?

José –É Bonita.

Joel – Vamos lá passa-las à guia um bocadinho, está na hora.

André – Está bem, vamos lá.

(Depois de as termos estado passando à guia).

Joel - Já chega, vamos lá pôr-lhe as celas que está na hora do passeio.

(Começou o passeio e lá fomos nós).

André - Então moços estão a gostar?

Joel – Eu estou.

José – Eu também.

(O passeio continuo, falámos e rimos muito ao longo de todo o percurso, um dizia uma parvoíce outro dizia outra. Foi muito divertido! À 17:30 horas o passeio chegou ao fim).

José – Vamos beber alguma coisa?

André – Vamos que eu estou com sede.

Joel – Eu também.

(Depois fomos almoçar e de seguidas fomos beber café).

André – Vamos beber um café?

Joel – Sim, vamos.

José – Sim, vamos às bombas.

(Passámos o resto da tarde no café. Foi assim que passámos o dia de sábado).

Trabalho realizado por:
André Catarino
Joel Ramos
José Abrantes

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014


Passei o fim-de-semana numa gruta

            Quando estava a passear na Floresta Tropical na Amazónia vi um tigre e fugi.

          Era sexta-feira e queria ir para casa mais cedo. Mas tudo ia mudar quando o tigre começa a correr direito a mim.

         Vi uma gruta e corri o mais rápido possível para lá. Quando estava mesmo chegar a gruta cai e levantei-me o mais rápido que pude. Quando já estava dentro da gruta vi um urso. Ele também começo a correr direito a mim.

       Quando mesmo se esperava eles começaram a garreia por mim. Ninguém ganho e ninguém perdeu, morreram os dois.

       Passei o fim-de-semana inteirinho na gruta a comer carne de tigre e urso. Fiz uma fogueirazinha e assei uma carne assada com ervas fresca e bananas. Depois de muito esperar sai sem medo de nada e fui direito a uma tenda de pretos. Nunca mais vou para este tipo de florestas na minha vida.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Amanhã vou à pesca

                                                 

     Depois de termos combinado, chegámos a um acordo, amanhã vamos à pesca.
      Hoje chegou o grande dia, vamos à pesca.
   Estávamos quase a chegar à barragem quando vimos três cágados no meio da estrada, decidimos apanhá-los para os levar para casa. Quando fomos pescar vimos uma lontra morta cheia de anzóis na boca. Depois de muito pensarmos decidimos não ir pescar a esta barragem.
    Quando estávamos a chegar à outra barragem vimos logo as a achigãs saltar na água como rãs a saltar. Nesse dia fizemos uma bela pescaria 40 achigãs e 30 pimpões e também apanhamos 3 cágados com linguiça para comermos fritos com pão. Eu e os meus companheiros chegamos a uma conclusão não deixar anzóis nem fio de pesca nas barragens porque podemos matar animais inocentes. Foi tudo tão saboroso que decidimos ir à pesca noutro dia para apanharmos mais peixinhos.

Piada Pesca

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Gil Vicente.

                          Gil Vicente
 1-Casou 2 vezes e teve 5 filhos.

2-Quem foi: Gil Vicente foi um poeta e dramaturgo português. É considerado, por muitos estudiosos, como o pioneiro do teatro português. Sua obra mais conhecida é " A farsa de Inês Pereira". Suas obras marcam a fase histórica da passagem da Idade Média para o Renascimento (século XVI).

3-Nascimento:Gil Vicente nasceu na cidade de Guimarães (Portugal) em 1466. Local de nascimento e ano hipotético (mais prováveis de acordo com estudos recentes)

4-Morte:Gil Vicente morreu em 1536. Ano da morte hipotético (mais provável de acordo com estudos recentes)

5-Principais realizações: Escreveu peças de teatro e poemas.

6-Principais obras:
- Auto Pastoril Castelhano (1502)
- Auto da Visitação (1502)
- Auto dos Reis Magos (1503)
- Auto da Índia (1509)
- Auto da Sibila Cassandra (1513)
- Auto da Barca do Inferno (1516)
- Auto da Barca do Purgatório (1518)
- Auto da Barca da Glória (1519)
- Farsa de Inês Pereira (1523)

7-Gil Vicente inicia a sua carreira de dramaturgo por volta de 1502, compondo o "Monólogo do Vaqueiro" e termina-a em 1536, com a sua última obra: "Floresta de Enganos".

8-Gil Vicente viveu também num período em que a igreja sofreu profundas transformações.

9-Gil Vicente assistiu a todos estes acontecimentos e, carregado do espírito crítico renascentista, assumiu uma postura crítica e interventiva, defendendo uma reforma radical da igreja e apoiando os Judeus e Cristãos Novos que nessa época foram violentamente reprimidos pela igreja.

10-As obras do poeta marcam a fase histórica da passagem da Idade Média para o Renascimento.
   



Vida e obra de Gil Vicente

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

  • Apanhei o autocarro e são numa cidade que não conheço. Antes de sair do autocarro vi logo pessoas a voar e cães a cantar.vi que era tudo estranho e que não podia tar em Madrid. Estava num mundo que eu nem ninguém conhecia. Depois de ter perguntado a muitas pessoas soube que este mundo chamara-se "O mundo dos cães a cantar e das pessoas a voar". Fiquei preso neste mundo ha cinco anos, até já sabia voar como as outras pessoas. Depois de muitas tentativas falhadas apanhei um autocarro que ninguém andava nele. Quando dei por mim já estava em Madrid aminha terra natal.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A sala é grande e colorida.
A sala tem muitas mesas e cadeiras.
Do lado esquerdo está cheio de desenhos coloridos.


A sala é grande mas feia, não presta.
Tem muitas mesas que não prestam.
 Do lado está cheio de desenhos que não prestam.


A sala é perfeitinha, é a melhor para ter aulas.
As mesas são lindas.
 Do lado esquerdo  está cheio de desenhos perfeitos.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

"A Lua de Joana" de Maria Teresa Maia Gonzalez


" Demorei muito para me resolver, o que não era costume. Para dizer a verdade, não sabia que fazer. Precisava de desabafar, tentar compreender tudo o que aconteceu e, como foste sempre a minha única confidente... Não fazia sentido escrever um diário, pois dava-me a sensação de estar a escrever para mim própria, o que acho um bocado estranho. Talvez seja ainda mais estranho escrever-te, mas é uma forma de manter viva a tua memória; pelo menos até entender o que se passou contigo; pelo menos até conseguir perdoar-te… Faz hoje um mês que tu… Não sou ainda capaz de dizer a palavra.”